|
|
|
HISTÓRIA |
A Raça Bovina Charolesa é originária de
França, da região de Saône-et-Loire, sendo resultante do
cruzamento no princípio do século XVIII duma antiga raça desta
região - a raça Nivernesa - e duma raça inglesa de aptidão
cárnica - a Shorthorn ou Durham. Daqui resultou um animal de
grande porte e massas musculares bem desenvolvidas, que tem
vindo a ser melhorado pelo Herd Book Charolais desde 1864.
A partir daí, e até aos nossos dias, a sua expansão tem sido
constante, sendo a principal raça aleitante em França, com cerca
de 2 000 000 vacas, e estando presente em 70 países nos cinco
continentes, o que demonstra a sua grande adaptabilidade que é
um dos seus principais trunfos.
|
|
 |
Em Portugal entrou na década de 50, sendo criado pelos
serviços oficiais o Livro Genealógico Português em 1962, que
actualmente é gerido pela Associação Portuguesa de Criadores de
Bovinos da Raça Charolesa desde 1990. Actualmente encontram-se inscritas no Livro Genealógico
Português da Raça Bovina Charolesa cerca de 1200 fêmeas
reprodutoras. O solar da raça Charolesa está na Região do Alentejo e em alguns
pontos do Ribatejo, embora tenha uma distribuição do seu
efectivo por todo o continente e nos Açores.
É actualmente a raça mais utilizada em cruzamento industrial,
pela excelente transmissibilidade de características com grande
importância económica, tais como velocidade de crescimento e
conformação dos seus produtos. Daqui resulta os seus cruzamentos
serem a principal referência no mercado nacional de bovinos para
engorda e abate.
|
|
fonte: A.P.C.B.R.C.;
FEPABO; Herd Book Charolais |
|